Mikka Capella

sobre mim

Nasci em Petrópolis, em 1982, mas logo voltei para o Rio de Janeiro, onde minha família morava. Desde criança, sou apaixonado por histórias. A coisa toda começou com quadrinhos e desenhos animados; logo foram os livros e os filmes. Escrever sempre foi, mais do que um sonho, uma paixão e uma necessidade (será que existe diferença?).

Em 2016, tive a minha primeira oportunidade de escrever profissionalmente. Foi para a editora brasileira de RPGs Retropunk Publicações. De lá para cá, publiquei diversas aventuras prontas, para diversos sistemas diferentes, pela mesma editora. Em 2017, motivado por intensas razões pessoais, lancei meu primeiro livro solo, um ensaio de não-ficção, sobre a história, a cultura e os costumes dos rhomá, também chamados ciganos – etnia à qual pertenço.

Em 2018, participei de duas antologias; Basta!, pela PVB Editorial, hoje fora de catálogo, e Indestrutível, uma coletânea de contos LGBT, pela Editora Sinna. Foram minhas primeiras incursões publicando prosa ficcional.

Em 2020, lancei, de maneira independente, três contos; A Moça da Calcinha de Renda, uma divertida comédia romântica ambientada no Rio de Janeiro, que foi escrita, na verdade, em 2013; além dele, Sépia: a bruxa de Jaqueiral e A Canção do Rochedo, ambos no meu gênero preferido – horror e suspense. Também participei de diversas antologias neste ano, como Floresta Negra, Contos de Tarot, A Pata do Macaco e Brasil Macabro.

Em 2021, ganhei o Prêmio ABEA – Aventuras Africanas, com Senhoras do Pássaro da Noite, uma aventura para o RPG A Bandeira do Elefante e da Arara, ambientada no Reino de Oió, no século XVI.

Atualmente me divido entre o planejamento de novas histórias e os serviços de edição, preparação e revisão de textos, que presto para editoras e autores independentes.

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